terça-feira, 29 de março de 2011

FORÇA AÉREA LÍBIA DESTRUÍDA

Ação permite imposição de zona de exclusão aérea, mas ataques continuam; Obama volta a descartar invasão

No quinto dia de ações, aliados atacam alvos do governo em cidades ao leste e oeste; Otan inicia participação na missão



Após cinco dias de ataques a alvos da defesa do regime de Muammar Gaddafi, a coalizão liderada por EUA, França e Reino Unido conseguiu destruir a Força Aérea líbia, afirmou um oficial britânico.



"A Força Aérea líbia efetivamente não existe mais enquanto força de combate, e o sistema integrado de defesa aérea e de comando e controle foi severamente danificado", disse Greg Bagwell, que comanda as operações aéreas britânicas na Líbia.



Segundo Bagwell, as forças aliadas operam agora virtualmente imunes a ações de forças leais ao ditador líbio.



O anúncio representa a quase conclusão de um dos objetivos da intervenção militar: a imposição da zona de exclusão aérea na Líbia.



A medida visa evitar que as forças de Gaddafi promovam ataques contra bastiões rebeldes e sufoquem a revolta que tenta depor o ditador -cenário que se desenhava quando foi aprovada a ação na ONU, há uma semana.



Ontem, as forças aliadas também atacaram tanques e artilharia líbia para debilitar a capacidade do regime de realizar ações contra civis -outro objetivo da missão.



Para evitar especulações, o presidente americano, Barack Obama, voltou a descartar a eventual invasão por terra. "Está totalmente fora de questão", disse.





OTAN

No quinto dia de intervenção, a coalizão internacional concentrava ações, além da capital, Trípoli, nas cidades de Ajdabiyah e de Misrata.



A primeira é o principal front de batalha entre os rebeldes que controlam o leste do país -baseados em Benghazi- e as forças oficiais.



E Misrata é o principal reduto opositor na parte ocidental. A cidade, a terceira maior do país, é alvo de intensa ofensiva governista.



Também ontem, embarcações da Otan começaram a patrulhar o litoral líbio para garantir o embargo da ONU ao país.



Persiste, no entanto, a indefinição sobre se o comando da missão -hoje responsabilidade dos EUA- vai ser transferido para a aliança.



Opõe-se à possibilidade a Turquia, membro muçulmano da Otan. A Alemanha, que se absteve na votação na ONU, iniciou a retirada de suas forças militares do mar Mediterrâneo.



Os EUA disseram ontem ter intenção de transferir o comando das operações já no próximo fim de semana.

RADIOGRAFIA DA FORÇAS ARMADAS

Merece atenção o estado das Forças Armadas brasileiras. O equipamento militar do país está parcialmente sucateado. A divisão do efetivo e dos recursos obedece a uma lógica que não parece adequada aos desafios estratégicos do século 21.




A capacidade de reação militar se encontra comprometida. O país não enfrenta ameaça imediata, mas não deixa de ser preocupante a constatação de que uma agressão encontraria as defesas um tanto despreparadas.



Menos da metade dos caças está em condições de voo, situação similar à dos helicópteros. Dos quase 2.000 blindados, pouco mais de mil ficam à disposição para eventual combate.



Na região amazônica, onde narcotraficantes e paramilitares atuam com desenvoltura nos países vizinhos, a prioridade conferida pela Estratégia Nacional de Defesa, de 2008, não se concretizou.



Houve, é claro, avanços nas últimas décadas, como a consolidação do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia) nos anos 1990. Mas a Amazônia abriga só 13% da força do Exército. A Aeronáutica, de importância crucial em área tão vasta, mantém só 15% dos seus homens na região Norte.



Isso não significa que o país esteja paralisado no terreno militar. Após décadas de sucateamento, entraram em marcha nos últimos anos alguns projetos de modernização, inseridos na Estratégia Nacional de Defesa.



Na Marinha, há planos de renovar a frota de submarinos, que passaria a contar com um de propulsão atômica. Na Aeronáutica, devem ser adquiridos novos caças, quando for resolvida a concorrência que se arrasta há mais de dez anos. E o Exército tem pronto um ambicioso projeto para proteger os limites terrestres do país, o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras).



A contenção de despesas ordenada pela presidente Dilma Rousseff, no entanto, impôs um congelamento a esses planos. Ainda que tenham sido adiados momentaneamente, parece óbvio que devem ser retomados assim que o cenário econômico e fiscal se mostrar mais favorável.



O confronto entre as mazelas sociais do país, de um lado, e a ausência de ameaça externa clara no horizonte próximo, de outro, sempre torna difícil justificar bilionários gastos militares. No entanto, a crescente influência do Brasil no cenário internacional, aliada à descoberta de volumosas reservas de petróleo do pré-sal, deve refletir-se na sua capacidade militar.

A SITUAÇÃO CONTURBADA ENTRE IRÃ E BRASIL

A votação no Conselho de Direitos Humanos mostra uma mudança de posição do Brasil em relação ao Irã. Reforça também o compromisso de Dilma (Rousseff) em construir uma política externa baseada em direitos humanos. Isso afeta em alguma medida a relação entre os dois países, mas não muito. O Irã não vai dar um pontapé no Brasil por isso. Ele sabe que vai precisar do Brasil em outros pontos. Acredito que a medida facilite a aspiração ao Conselho de Segurança da ONU, porque os EUA começam a ver o país de uma forma mais confiável" - Antonio Carlos Peixoto professor de Relações Internacionais da Uerj.




"Os ativistas de direitos humanos do Irã trabalharam para se certificar que o governo brasileiro soubesse das atrocidades que acontecem no país. Ciente disso, o governo não poderia justificar aos brasileiros o porquê de se opor a uma resolução como essa. Acredito que a carta (que 180 mulheres escreveram a Dilma Rousseff pedindo apoio à resolução) e uma viagem que fizemos ao Brasil foram importantes para persuadir o governo brasileiro a votar a favor. Espero que o diálogo entre os países continue e que o Brasil continue se preocupando com a situação dos direitos humanos. Sei que o governo iraniano não está feliz, mas tem que entender que não pode ter amigos e aliados se continuar agindo como age" - Hadi Ghaemi iraniano, diretor da organização Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã.



"Vejo uma saudável e significativa correção de rumo, que reforça a credibilidade do Brasil no plano internacional, e realinha (o governo) com o desejo da sociedade, que é uma posição mais forte em direitos humanos. Mesmo antes dessa votação, já não via mais a hipótese de o Brasil atuar como mediador na questão nuclear iraniana. Esse é um assunto superado. Já a votação se reflete favoravelmente a uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, embora esta decisão não venha tão cedo" - Roberto Abdenur ex-embaixador brasileiro em Washington.



"O voto não me surpreendeu, pois acredito que a presidente Dilma Rousseff já vinha sinalizando uma preocupação especial em relação às restrições dos direitos humanos no Irã, principalmente no que diz respeito ao direito da mulher. A postura de hoje me parece uma mudança significativa e que deve permear todo o governo, até pelo histórico de militância política e de compromisso com os direitos humanos da presidente. Quanto ao Irã, acredito que não se expressará abertamente contra o Brasil, já que teme ser isolado politicamente" - Marcio Scalercio professor do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio.



"O voto representa uma mudança com relação à agenda de Lula e indica que no governo Dilma talvez o Brasil não se aproxime tanto do Irã. É uma mudança interessante, e mostra que o chanceler Antonio Patriota vai privilegiar acordos com os blocos de países. O que é positivo, porque quando se tem relações bilaterais muito próximas, há um custo muito alto a pagar. No caso do Brasil e do Irã, o Brasil estava apoiando um ditador" - Jose Luiz Niemeyer dos Santos Filho Coordenador do curso de Relações Internacionais da Ibmec- RJ.



"A votação marca uma mudança na política externa de direitos humanos do Brasil, que já vinha sendo acenada, pontualmente, pelo ministro Celso Amorim no final do governo Lula. A postura brasileira no Conselho da ONU mostrou que o o governo vai, enfim, assumir um papel firme em direitos humanos. Apesar do voto poder afetar a relação com o Irã, não acredito que o governo de Ahmadinejad vá adotar uma postura hostil, já que isto poderia custar o isolamento do Irã na política internacional" - José Ribas professor de Relações Internacionais da UFF.

BRASIL FACILITARÁ AVIÕES NAO TRIPULADOS PARA COMBATE AS DROGAS NA BOLÍVIA

Brasil colocará à disposição da Bolívia aviões não tripulados para a luta contra o narcotráfico, informou nesta segunda-feira o vice-ministro boliviano de Defesa Social, Felipe Cáceres, em um momento em que ambos os países discutem em La Paz possíveis operações antidrogas conjuntas.




"Haverá capacitação policial, apoio logístico, (a entrega) no futuro de quatro helicópteros para apoio na interdição, falamos da assistência de aviões não tripulados VANT para o controle de vigilância de pontos fronteiriços", disse Cáceres, principal responsável político antidrogas.



Cáceres explicou nesses termos a ajuda que o Brasil dará à Bolívia e cuja cooperação afina-se em um diálogo político-técnico entre autoridades antinarcóticos dos dois países.



Os acordos serão fechados na quarta-feira.



Uma demonstração de voo dos aviões VANT será realizada na terça-feira no povoado de Chimoré, na região cocaleira de Chapare (centro da Bolívia), com a presença dos ministros do Interior boliviano, Sacha Llorenti, e do ministro da Justiça brasileiro, José Eduardo Cardozo, que chega ao país para esse fim.



Essa é a primeira vez que esse tipo de aeronave é utilizado no país andino, apesar de ainda não terem sido divulgados os termos para seu uso.



Cáceres explicou que a cooperação brasileira com a Bolívia, terceiro produtor mundial de coca e cocaína depois de Peru e Colômbia, ocorrerá em meio à "regionalização da luta contra as drogas e no âmbito da Unasul (União de Nações Sul-Americanas)".



A Bolívia busca a cooperação internacional, em tecnologia e recursos econômicos, para a interdição aos entorpecentes, depois de expulsar no fim de 2008 a agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA), que justamente se encarregava de facilitar dinheiro, capacitação policial e informação de inteligência.

GRIPPENS DA SUÉCIA PRONTOS PARA ENTRAR EM COMBATE

O ministério da Defesa da Suécia informou ao Governo que estarão prontos para enviar de 6 a 8 caças Gripen, em um período de até 10 dias, para ações militares na Líbia.



“A Flygvapnet (Força Aérea) informou ao governo que é capaz de deslocar de seis a oito caças. Estes aviões já estão em alerta permanente, e não levaria mais de 10 dias para movimentá-los,” informou um assessor do Ministério da Defesa à imprensa.



Em que base aérea os aviões ficariam estacionados e quanto de equipe de terra será necessário ainda deve ser determinado..



O período de deslocamento dos aviões depende ainda de uma decisão política.



Fontes com acesso à OTAN informaram ao jornal sueco Dagens Nyheter que a Suécia seria convocada a participar as operações até terça ou quarta-feira desta semana no mais tardar.



O Partido Liberal (Folkpartiet) e os Democratas Cristãos criticaram o ministro do Exterior Carl Bildt e o governo, pela opção de esperar a solicitação da OTAN e não oferecer de imediato a ajuda sueca.



Allan Widman do Partido Liberal gostaria que o governo oferecesse a ‘Expeditionary Air Wings’, um esquadrão de oito caças, que opera no Nordic Battle Group.



“Eu penso que nós (Suécia) necessitamos enviar a mensagem que podemos e desejamos participar,” comentou ao DN.



O ministro do Exterior Carl Bildtnão compartilha da mesma visão do seu colega de coalizão governamental. Em uma entrevista à radio no Domingo, Bildtafirmou que a Suécia deve esperar para oferecer a ajuda até ser solicitada.



Entretanto se a OTAN solicitar à Suécia, Bildt não descarta uma possível participação militar.



“Todas as alternativas estão na mesa no caso de uma solicitação. Verificaremos as diferentes maneiras da participação de que a Suécia pode ter,” ele afirmou.



De acordo com o Tenente-Coronel Stefan Ring, estrategista militar do Swedish National Defense College (Försvarshögskolan), há a necessidade de mais poder aéreo nas operações na Líbia.



“A França deslocou cerca de uma centena de aviões, o que parece ser bastante. Mas compare com as operações aéreas em Kosovo e na Sérvia, em 1989. Eram poucos aviões em ação no início, mas logo alcançou a marca de 700-800 missões por dia,”afirmou à agência TT.



Os pilotos suecos e o comando da Flygvapnet têm pleiteado participar das Operações da ISAF no Afeganistão já há vários anos. Porém razões de política interna da Suécia e também um não declarado boicote de certos países tem impedido a ação dos Gripen nos céus do Afeganistão.





Agora tanto os militares como grupos políticos tentam romper estas amarras ao propor que o Governo Sueco não aguarde uma demanda da OTAN mas tome a dianteira e ofereça a participação nas ações da Líbia.



Sempre de forma alternada um esquadrão é mantido de prontidão por todo um ano. Assim nesse período seus treinamentos são acelerados e tem prioridade no recebimento da cadeia logística.



Assim como deve estar com a dotação de pilotos e tripulantes 100% completa. A chance de participar nestas operações da líbia seriam de grande relevância para a Flygvapnet e também a indústria suECA

CORTES NO PROSUB

Submarinos 1


Os cortes de gastos do governo Dilma chegaram ao Prosub. É o programa nacional de construção de submarinos, parceria com a França. O repasse previsto para este ano caiu de R$2,1 bilhões para R$1,5 bi. O dinheiro seria repassado pela Marinha à estatal francesa DCNS, que vai transferir a tecnologia, e à Odebrecht, responsável pelas obras do estaleiro e da base naval.



Submarinos 2



A Marinha tenta negociar com o governo, mas os efeitos do corte já estão em discussão com as empresas. Por enquanto, não se fala em atraso no cronograma. O estaleiro e a base continuam previstos para 2015 e 2016. A unidade de estruturas metálicas, em área da Nuclep, deve sair em 2012. As unidades já têm licença de construção, mas o estaleiro aguarda sinal verde da Cnen.



Submarinos 3



A tensão chegou aos funcionários da ICN, associação da DCNS com a Odebrecht. Há rumores de que contratações e viagens de treinamento à França podem ser adiadas.

EMBRAER E ALITALIA FIZERAM ACORDO PARA UTILIZAR JATOS BRASILEIROS

A Embraer e a Alitalia concluíram um acordo para a entrega de 15 jatos EMBRAER 175 e cinco EMBRAER 190, por meio de uma operação de leasing estruturada por terceiros.








“Beneficiando-se de uma ampla reorganização, a Alitalia está desenvolvendo sua rede regional para atender a novos mercados e demandas de passageiros”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer. “Estamos muito satisfeitos com esta reafirmação de confiança em nossa família de E-Jets por parte da Alitalia. Isto prova que a flexibilidade e o desempenho operacional das aeronaves são capazes de atender às exigências do mercado.”



O início das entregas destes E-Jets para Alitalia está previsto para o terceiro trimestre de 2011. O EMBRAER 175 será configurado com 88 assentos e o EMBRAER 190 com 100, ambos em classe única. Os aviões serão utilizados nas malhas domésticas e européias da Alitalia e ficarão baseados em sete aeroportos italianos: Catânia, Fiumicino (Roma), Linate e Malpensa (Milão), Nápoles, Turim e Veneza.



As 20 aeronaves novas substituirão e modernização, gradativamente, a atual frota da Alitalia, composta por 16 aviões regionais, contribuindo para o aumento da oferta de vôos diretos em rotas curtas e médias, em atendimento à demanda de mercado. Além disso, com a redução da idade média da frota, uma das mais novas na Europa, os E-Jets aumentarão os níveis de eficiência da companhia aérea do ponto de vista econômicos e ambientais devido à redução do consumo de combustível.



“A escolha dos E-Jets da Embraer é o resultado de uma análise abrangente que incluiu todos os principais profissionais da Alitalia e utilizou um método inovador que considerou a opinião dos clientes mais assíduos”, disse Rocco Sabelli, CEO da Alitalia. “Este importante investimento se soma aos feitos recentemente na frota de médio e longo alcance da Alitalia e representa mais um importante passo no intuito de oferecer excelência em serviços para todos os clientes.”



Sobre a Alitalia A Alitalia – Compagnia Aerea Italiana começou a operar em janeiro de 2009, após a aquisição dos ativos da Alitalia – Linee Aeree Italiane e da Air One. Hoje, a Alitalia é umaaérea líder na Itália, servindo 23,4 milhões de passageiros em 2010 com uma frota de 149 aviões atendendo a 92 destinos (até o verão de 2011). Em 2010, a Alitalia posicionou a Air One como uma empresa de baixo custo com serviços de alta qualidade, operando a partir do Aeroporto Malpensa, em Milão. A Alitalia é membro do SkyTeam e em 2010 se aliou à joint-venture estabelecida pela Air France – Grupo KLM e a Delta Airlines. Para mais informações, visite www.alitalia.com.



Sobre a família EMBRAER 170/190 de E-Jets



A família EMBRAER 170/190 de E-Jets é composta por quatro jatos comerciais com capacidades de 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta desempenho destacado, grande economia operacional, baixo nível de emissão de poluentes e uma ampla cabine de passageiros sem os indesejados assentos do meio.



Os E-Jets têm velocidade de cruzeiro máxima de Mach 0,82, voam a uma altitude de até 12.500 metros (41.000 pés) e possuem alcance de 4.450 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves – EMBRAER 170, EMBRAER 175, EMBRAER 190 e EMBRAER 195 – resulta em excepcional redução nos custos de treinamento, manutenção e peças de reposição para os operadores. Outro destaque é a moderna tecnologia fly-by-wire, que aumenta a segurança operacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.



A família de jatos EMBRAER 170/190 oferece conforto superior com o projeto da fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço, que minimizam o tempo de permanência no solo. Tanto na configuração de classe única como na de duas classes de serviço, os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro que qualquer outra aeronave de tamanho equivalente. Para mais detalhes, acesse www.EmbraerCommercialJets.com.



Na Europa, 161 E-Jets são operados atualmente por 16 companhias aéreas. A frota acumulou 5 milhões de horas de vôo e transportou 200 milhões de passageiros em todo o mundo. Trata-se de uma comprovada família de jatos que tem auxiliado companhias aéreas a ajustar capacidade à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody com baixa taxa de ocupação e a substituir aeronaves antigas e ineficientes. Os E-Jets também estão sendo utilizados para desenvolver novos mercados, com menores custos e maior eficiência. Para melhor avaliação dos benefícios gerados por essas aeronaves ao substituir jatos mais antigos.