terça-feira, 12 de abril de 2011

Grupo INBRAFILTRO Apresenta Blindado Gladiador

O Grupo InbraFiltro participa da LAAD 2011, Latin America Aerospace and Defence, a maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 12 a 15 de abril, no RioCentro, Rio de Janeiro.



Durante o evento, a empresa destaca o lançamento de capacetes à prova de balas para uso em CDC - Controle de Distúrbio Civil, escudos com blindagem Nível III, coletes Nível II-A para uso em cães de apoio, colete Camel Back e mala-executiva blindada.



Aproveitando sua expertise em segurança, o Grupo apresenta também o “Carro Escudo”, solução conceito de blindagem focada nas forças policiais e com tecnologias de ponta embarcadas.



Entre os produtos expostos na feira também estão o BLSR Gladiador – Blindado Leve Sobre Rodas, partes da blindagem utilizada em aviões modelo Super Tucano, estruturas de aeronaves, portas blindadas para cockpit de aeronaves de modelos em utilização comercial e diversas inovações em itens de proteção balística.



Gladiador – Blindado Multiuso de Alta Performance



O Grupo InbraFiltro apresenta no evento o blindado leve sobre rodas Gladiador, já em versão cabeça de série, em fase de comercialização. Destinado às múltiplas utilizações das forças armadas ou da segurança pública, civil ou militar de qualquer país, o Multiuso 4x4 Nível IV é uma alternativa eficaz e extremamente segura para missões de variadas complexidades, como transporte e escoamento de tropas com agilidade.



Muito competitivo, o blindado, de tecnologia 100% brasileira, superou similares desenvolvidos na Alemanha, EUA, França, Rússia, entre outros, alcançando o melhor resultado em comparação com produtos semelhantes nos quesitos peso/performance, capacidade/blindagem e deslocamento/consumo, conseguindo pontuação muito superior à concorrência no índice específico de avaliação “Ação de Choque”.



Pesando aproximadamente sete toneladas, com capacidade para transportar até oito ocupantes incluindo o motorista, o modelo possui diversas aplicações em missões de reconhecimento, ataque ou defesa, conforme a necessidade das forças. Entre os equipamentos que podem ser acoplados, destacam-se vários armamentos e diversos lançadores de granada e fumaça.

Além disso, possui escudo defletor inferior para proteção contra minas terrestres, faróis protegidos, inexistência de parafusos e dobradiças nas faces externas da carroceria, sistema de arrefecimento do motor sob o capô, para-lama dianteiro e fechamento do para-lama traseiro em material não balístico, visando romper explosões de minas terrestres e evitar o tombamento do veículo.

“Nossa empresa está muito satisfeita com o resultado final desse importante e, sem dúvida, complexo projeto. O Gladiador exigiu de nossa equipe muita persistência e estudo, já que foi submetido, durante cinco anos, a séries completas de testes de engenharia para verificar a existência de vulnerabilidade antes de ser homologado pelo Exército Brasileiro”, comenta o presidente do Grupo InbraFiltro, Jairo Candido.



O valor da versão básica é de cerca de US$ 350 mil. Sendo indicado para qualquer tipo de solo, o BLSR alcança até 105 Km/h e é equipado com motor MWM de 185 cavalos.

Neste projeto, a integração da engenharia mecânica e chassi é Agrale.



Materiais de Proteção Individual



Com ampla atuação no mercado de materiais de proteção individual, o Grupo InbraFiltro apresenta no evento lançamentos em capacetes, escudos, coletes à prova de balas e acessórios blindados.

No segmento capacetes, destaque para o capacete antitumulto com proteção balística Nível I. O produto é desenvolvido com a mesma matéria prima dos capacetes e escudos Nível III-A, e resiste a disparos de armas de calibre 22” ao 38”.



Em coletes, a empresa oferece produtos de baixo peso e alta flexibilidade em todos os níveis de proteção, com tecidos em novas configurações, proporcionando maior conforto e absorção de suor. Visando maior segurança, são oferecidos também coletes com sistema de identificação via radiofrequência.



Outra novidade apresentada é o colete com sistema Camel Back. Exclusividade InbraFiltro, o produto, focado em ações militares, possui um dispositivo de ultrafiltragem que permite aos usuários filtrarem instantaneamente líquidos contaminados de qualquer tipo – desde água com dejetos até água salobra, deixando-as próprias para o consumo.



Ainda em materiais de proteção individual, destaque para a ‘mala-executiva blindada’. O material, com blindagem Nível III-A, quando aberto atinge aproximadamente 1,5m x 0,60m, transformando-se em um anteparo balístico portátil.



O Grupo InbraFiltro também apresenta no evento o ‘carro escudo’, solução-conceito que garante blindagem na parte dianteira e nas portas de viaturas, permitindo proteção e posicionamento frontal aos policiais durante ações de confronto. A empresa, além da blindagem específica, também efetua transformação dos veículos, que recebem, se necessário, instalação de sirenes, adesivagem, giroflex e implantação de sistema eletrônico interno e externo de gravação de imagem, com transferência de dados via 3G e tecnologia embarcada para leitura eletrônica de placas.



Blindagem de Aeronaves



Um dos principais destaques do Grupo destinado ao segmento aéreo é a blindagem parcial dos modelos Super Tucano fabricados pela Embraer. No estande os visitantes podem conferir parte do ship set de blindagem desenvolvido pela empresa recentemente, e que já equipa 25 aeronaves da Força Aérea Colombiana e mais de 20 em outros países.



Além de desenvolver partes específicas de aeronaves com blindagens destinadas às metralhadoras 0.50 AP-M2, a empresa também coloca em exposição alguns exemplos da aplicabilidade desta tecnologia, demonstrando a qualidade dos produtos desenvolvidos, fabricados e ofertados aos mercados nacional e internacional.



Os visitantes também podem conferir partes da proteção aplicada em helicópteros modelo AS-350, popularmente conhecidos como Esquilo. As aeronaves receberam reforço balístico contra disparos de fuzil no piso, encostos dos bancos e nas portas.



A porta blindada para cockpit, tecnologia vencedora de concorrência internacional aberta pela Embraer, também está em evidência durante o evento. O produto, que é referência no segmento aeroespacial, pode ser removido facilmente em situações emergenciais e, mesmo contendo proteção balística, é considerado bastante leve. Atualmente, o Grupo InbraFiltro já contabiliza quase 800 aeronaves brasileiras equipadas com esta porta.



Grupo InbraFiltro



O Grupo InbraFiltro, fundado em 1979, iniciou suas atividades como fornecedor de tecidos técnicos industriais e elementos filtrantes, mas logo passou a desenvolver novos produtos no segmento de blindagens automotivas. Hoje, emprega cerca de 550 funcionários e atua em diversas áreas através de suas sete unidades industriais instaladas em Mauá, na Grande São Paulo: InbraFiltro,



InbraBlindados, InbraTêxtil, InbraGlass, InbraAerospace, InbraDefesa e InbraLand.



Um dos principais conceitos oferecidos pelo Grupo é proteção através da fabricação de mais de 680 produtos para segurança no mercado. Além disso, presta serviços diferenciados e possui uma gama de produtos que vão desde tecidos técnicos filtrantes até blindagens de veículos civis, militares e aeronaves.



Empresa 100% brasileira, a Inbra conquistou os mais diversos certificados nacionais e internacionais, incluindo aNBR 15100. A aplicação correta destas normas e o constante treinamento de seus funcionários demonstram a preocupação em estabelecer uma relação harmoniosa entre a empresa e seus colaboradores, visando maior satisfação dos clientes e respeito ao meio ambiente.






Além do Gladiador, empresa lança coletes à prova de balas e escudos de proteção balística com tecnologias inéditas na maior feira de defesa e segurança da América Latina

EMBRAER EMPLACA MAIS UMA NA CHINA

A Embraer e a Hebei Airlines Co., Ltd., da China,assinaram hoje um contrato para a aquisição de dez EMBRAER 190 em Beijing, na China. A primeira entrega destes dez jatos está programada para setembro de 2012.




Para atender à crescente demanda do transporte aéreo, conseqüência do acelerado

desenvolvimento econômico da região nos últimos anos, o governo da província de Hebei está priorizando a expansão da aviação. Em junho de 2010, com forte apoio do governo da provincial, a Hebei Airlines foi criada como uma holding do Hebei Aviation Investment Group, um companhia estatal líder. Atualmente, a Hebei Airlines opera seis aeronaves,incluindo dois Embraer ERJ 145. O EMBRAER 190 ajudará a empresa aérea a apoiar sua expansão de curto prazo.



“Estamos satisfeitos em dar as boas-vindas à Hebei Airlines como nosso mais novo operador de E-Jets. A atual frota chinesa de aeronaves Embraer atingirá em breve 100 unidades e este negócio reforça a confiança e o reconhecimento dos operadores chineses em nossosprodutos”, disse Paulo César de Souza e Silva, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “O EMBRAER 190 é um sucesso mundial, com economia, desempenho e conforto excepcionais. Acreditamos que nossas aeronaves terão uma participação chave no desenvolvimento de mercado da Hebei Airlines.”



“Graças ao acertado direcionamento e forte apoio do governo e do comitê da província de Hebei, a Hebei Airlines introduziu dez EMBRAER 190 para expandir sua frota de aeronaves regionais e pretende confirmar os outros cinco aviões no futuro. Este negócio nos permite dar um grande passo para o desenvolvimento futuro, que acreditamos será de suma importância para o desenvolvimento econômico, político e cultural da província de Hebei”, disse Wang Sheping, Presidente do Conselho de Administração da Hebei Airlines. “Assumiremos esta cooperação com a Embraer como o ponto de partida para reforçar ainda mais a parceria para o desenvolvimento mútuo em todos os níveis e em todos os aspectos.”



O EMBRAER 190 é o terceiro de quatro aviões da bem-sucedida família de E-Jets da Embraer, que tem cerca de mil ordens firmes e mais de 700 aeronaves em operação em todo o mundo. O EMBRAER 190 aumenta a flexibilidade das operações e tem alcance de 4.225 km (2.300 milhas náuticas), fornecendo serviços de baixo custo para mercados de baixa e média densidade em rotas ponto a ponto; possibilitando a utilização em conjunto com aeronaves maiores de companhias aéreas que operam em rotas principais, conforme variação sazonal ou periódica de demanda para ajuste da oferta; ou sendo usados para desenvolver novas rotas, abrindo novos mercados, etc. Conforto é uma das principais características do EMBRAER 190. A seção da fuselagem em formato de dupla bolha maximiza o espaço da cabine para o passageiro, oferecendo o corredor e os assentos mais largos da categoria. A ausência de assentos de meio e um avançado sistema opcional de entretenimento a bordo também contribuem para o conforto do passageiro.



Com esta nova encomenda, a Embraer tem agora 135 aeronaves no mercado chinês, incluindo 75 EMBRAER 190, 46 ERJ 145 e quatro jatos executivos. Mais de 80 aviões da Embraer estão em operação neste mercado.



Sobre a Hebei Airlines Co., Ltd.



Aprovada pelo CAAC, a Hebei Airlines Co., Ltd. (Hebei Airlines), é uma empresa aérea modernizada controlada pelo Hebei Aviation Investment Group, com a participação da Sichuan Airlines Group e da Shenyang Zhongrui Company. Com base no Aeroporto Internacional Shijiazhuang Zhengding, a Hebei Airlines tem como foco principal o transporte aéreo de passageiros, carga e correio, e também atua no ramo de aviação geral e outros serviços relacionados com o transporte aéreo.



A Hebei Airlines segue a estratégia nacional de tornar-se uma nação com uma forte indústria de aviação civil e dedica-se ativamente ao desenvolvimento da aviação regional para a aviação civil. A empresa segue rigorosamente a estratégia “iniciar a aviação regional, integrar rotas regionais com as principais, ter suporte do governo e complementada pelas operações em solo”, e tem o compromisso de ser “segura e eficiente, com foco na credibilidade, orientada ao cliente e buscando a excelência”. No início, o foco da empresa era em vôos regionais na província de Hebei e cidades vizinhas com duração de 1 a 2 horas, para o qual a companhia estabeleceu quatro malhas aéreas: intra-provincial, rede regional, sub-centro de operações de Beijing e “Bohai-rim express”. Juntamente com o crescimento do negócio, a empresa buscará se tornar uma companhia aérea integrada especializada em rotas principais e regionais, servindo a cidades grandes e do interior por meio do aumento do número de vôos, da oferta de rotas internacionais e do aprimoramento da sua rede. A frota deverá atingir 20 aviões até o final do “12º Plano Qüinqüenal”, transportando mais de 3 milhões de passageiros por ano.



A Hebei Airlines iniciou operações em 29 de junho de 2010. Hoje opera uma frota de seis aeronaves, incluindo dois ERJ 145, operados via acordo de “wet lease” com a Xiamen Airlines. A rede da empresa conecta a algumas cidades médias e grandes, incluindo Shanghai (Hongqiao), Guangzhou, Chengdu, Hangzhou, Nanchang, Haikou, Huhhot, Sanya, Zhuhai, Wenzhou, Ningbo, Dalian, Qinghuangdao, Tangshan e Handan, etc.

ODEBRECHT MILITAR

O Grupo Odebrecht anunciou ontem a criação da empresa Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), para atuar na produção e desenvolvimento de sistemas militares de conhecimento avançado. Há dez meses, em junho de 2010, o grupo havia revelado seu plano de atuação no campo militar, então definido como o mais ambicioso dos seus novos negócios e empreendimentos.




Na ocasião, foi formalizado um acordo de joint venture com a EADS - o maior grupo europeu, e segundo do mundo, no mercado de aeronáutica, espaço, serviços e produtos de defesa -, para integração de sistemas militares. A joint venture continuará existindo, mas a Odebrecht, com a nova empresa (da qual a EADS não faz parte), abre seu leque de atuação no setor.



Em nota, o presidente da ODT, Roberto Simões, disse que "a empresa está apta a trabalhar na gestão e implantação de grandes empreendimentos e conta com a experiência da Odebrecht na absorção, desenvolvimento e emprego de altas tecnologias".

A Odebrecht já opera o contrato executivo do ProSub, no valor de 6,7 bilhões, para construção de quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica, e mais um, movido a energia nuclear. Além disso, no mesmo pacote, estão um estaleiro, de onde sairão os navios, e uma base naval para abrigar essa frota - tudo no litoral sul do Rio, em Sepetiba.

Essa operação ficará, a partir de agora, dentro da ODT, "mas sem nenhuma mudança no relacionamento com o cliente, a Marinha do Brasil", diz Simões.



A Odebrecht já comprou o controle da Mectron, fabricante de mísseis, radares primários e kits C³ - comunicações, comando e controle. Pequena e eficiente, a empresa, de São José dos Campos (SP), faturou em 2010 cerca de R$ 80,5 milhões. O BNDES detém participação de 27%.



Na mira da ODT estão ao menos duas organizações do setor. Uma delas é a Atech, criadora de sistemas e focada na integração de recursos operacionais estratégicos, também em tratativas com a Embraer Defesa.



De perfil complementar, Mectron e Atech serão fundamentais no atendimento de um requisito do governo apresentado diretamente pela presidente Dilma Rousseff, na semana da visita do presidente americano Barack Obama. Dilma considera prioritário o acesso ao conteúdo da engenharia de satélites, quer construir no País versões de sensoriamento remoto, vigilância e previsão climática. Roberto Simões admite que a ODT está "estudando o assunto, e vai entrar no processo".



Paquistão. A Mectron leva para a Odebrecht uma considerável carteira. Está exportando um lote de 100 sofisticados mísseis antirradiação para a aviação militar do Paquistão - um pedido de 2008 que vale 85 milhões. Inclui o suporte técnico, documentação e treinamento de pessoal. Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a operação seguiu o procedimento que o Plano de Defesa pretende para facilitar a venda internacional de equipamentos militares.



A empresa, cheia de mistério e reserva, não comenta o assunto. A Mectron produz o míssil Piranha, ar-ar de curto alcance, e criou um avançado software de logística. Também está desenvolvendo mísseis terra-ar e terra-terra. É a corporação privada parceira da Denel Aerospace, da África do Sul, no programa binacional de produção de um novo míssil de combate aéreo, o Darter, que já passou por ensaios de lançamento.



A linha de montagem da companhia tinha capacidade para fabricar um míssil completo a cada 30 dias. Com os recursos da venda para o Paquistão, a cadência subiu para cinco unidades. O tipo antirradar da Mectron, chamado MAR-1, foi especificado pela Força aérea para ser lançado pelo caça-bombardeiro AMX, subsônico, e pelo supersônico de combate F-5M, com alcance na faixa dos 25 a 30 km.



PARA ENTENDER



O governo brasileiro está empenhado em resgatar, "de forma planejada e consistente", segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a indústria nacional de material de defesa, que, entre 1974 e 1989, foi um poderoso instrumento da política externa do País. Em 1983, havia 120 empresas envolvidas no setor, em escala variada.



Nesse mesmo período, o faturamento chegava a US$ 1 bilhão por ano. O Departamento da Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores contabilizava como clientes 32 forças armadas de 22 diferentes nações, entre as quais o Iraque, a Colômbia, a Líbia e um surpreendente Zimbábue. A Guerra do Golfo, em 1991, o fim da União Soviética, provocando uma superoferta de produtos no mercado militar, e as mudanças internas no Brasil, acabaram levando o segmento ao colapso. Sob as normas definidas pela Estratégia Nacional de Defesa (END), o complexo industrial nacional está sendo rearticulado. Cerca de 700 corporações já foram cadastradas pelo Ministério da Defesa.



Um processo moderno de reequipamento, associado a um programa grande, rico e de longo prazo - diante do qual as restrições orçamentárias de 2011 são episódicas - tem como objetivo produzir meios para a Marinha, o Exército e a Aeronáutica. O surgimento de corporações dedicadas, como os ramos militares da Odebrecht e da Embraer, integram a primeira linha do plano.

AUGUSTA WESTLAND

A AgustaWestland participa da LAAD 2011 no Rio de Janeiro (de 12 a 15 de abril de 2011) mostrando toda sua gama de produtos para utilizações comerciais e militares/governamentais, que inclui principalmente um monomotor AW119Ke para uso na fiscalização e no cumprimento da lei, um AW109 LUH bi-turbina leve para uso militar, um GrandNew bi-turbina leve para transporte de VIPs, um helicóptero AW159 intermediário multi-tarefa e um AW139 bi-turbina médio para transporte em alto-mar.



Em anos recentes, a AgustaWestland vem atravessando uma fase de crescimento espetacular nos mercados da América Central e do Sul, com vários tipos de helicópteros para uma série de finalidades, incluindo transporte corporativo/de VIPs, transporte em alto-mar e missões governamentais como fiscalização e cumprimento da lei, atendimento médico de emergência e combate a incêndios.



Os serviços de suporte, como a disponibilidade de peças sobressalentes, manutenção e reparos, vêm aumentando progressivamente, garantindo uma eficiência e uma capacidade de atendimento cada vez maiores na região. Até o momento, pedidos que ultrapassam 200 helicópteros já foram feitos por clientes da América do Sul – isso sem considerar modelos antigos como AB212, AB412, SH-3 e Lynx, para mencionar alguns exemplos.



Há anos a empresa já tem um papel de grande importância no Brasil. Até hoje, pedidos de mais de 150 helicópteros AgustaWestland foram feitos no país. Os modelos bi-turbina leve da AgustaWestland são, especialmente, líderes no mercado brasileiro de helicópteros, representando uma participação de cerca de 70% da frota de bi-turbinas leves. O bi-turbina médio AW139 também é um dos mais vendidos, e vem garantindo sucesso cada vez maior – principalmente para o transporte de VIPs em alto-mar. O GrandNew, produto mais recente no segmento bi-turbina leve, também está ganhando espaço no mercado. A AgustaWestland do Brasil, uma empresa do grupo AgustaWestland, dá apoio às frotas do Brasil e da América do Sul graças a seu Centro de Serviços localizado em São Paulo e à Ultra-Rev, um Centro Autorizado de Serviços no Rio de Janeiro. Instalações novas e mais amplas já estão sendo construídas em São Paulo. No que se refere à Marinha Brasileira, ela já opera efetivamente os helicópteros multi-tarefa Lynx.



A AgustaWestland também está progressivamente expandindo sua presença na região como um todo, com vendas em outros países – especialmente México, Chile e Panamá, para citar apenas algumas nações. Esses países têm contratos para helicópteros que desempenharão várias funções, como transporte corporativo/de VIPs, fiscalização e cumprimento da lei, atendimento médico de emergência, combate a incêndios e funções utilitárias.



A América Central e a do Sul possuem uma série de exigências operacionais. Transporte em alto-mar, transporte de passageiros e atendimento médico de emergência estão entre os principais usos comerciais. No caso de missões governamentais e militares, as exigências relativas à fiscalização e cumprimento da lei, defesa civil, operações marítimas, patrulhamento, treinamento e transporte de tropas permitem à AgustaWestland oferecer um grande número de produtos existentes em suas linhas para uso militar e governamental.

PARAGUAI SATISFEITO COM ACORDO DE ITAIPU

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, manifestou nesta quinta-feira sua satisfação pela aprovação na Câmara dos Deputados do Brasil dos acordos assinados em 2009 que preveem maiores benefícios a seu país na administração conjunta da hidrelétrica de Itaipu.




Em mensagem ao país, o chefe de Estado afirmou que se for aprovada no Senado brasileiro, a medida "triplicará o valor da compensação de energia" que o Paraguai exporta ao Brasil.



Ele destacou que o aumento do pagamento do Brasil em cerca de US$ 360 milhões anuais pelo excedente de energia paraguaia foi "um dos mais esperados do conjunto do acordo" que em 25 de julho de 2009 foi assinado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que a atual governante Dilma Rousseff se comprometeu a implantar.



Acrescentou que o valor adicional de US$ 240 milhões anuais que o Paraguai receberá "será fundamental" para os investimentos que seu país necessita fazer para seu desenvolvimento.



Lugo chegou ao poder em 2008 à frente de uma coalizão de ampla base ideológica e, entre suas principais promessas eleitorais, estava a luta para satisfazer às reivindicações energéticas em Itaipu e na hidrelétrica de Yacyretá, que seu país compartilha com a Argentina.



"A iminência desta concretização social para os planos do desenvolvimento do Paraguai não é do presidente Lugo, mas de todo o povo que em 20 de abril de 2008 confiou em um Governo que chegou aonde ninguém chegou, alcançou o que nunca foi alcançado e ainda tem dois anos e meio" para cumprir suas promessas eleitorais, declarou o governante.



O tratado de construção de Itaipu estabelece que tanto Brasil quanto Paraguai têm direito a 50% da eletricidade gerada pela represa e prevê que a energia não utilizada deve ser vendida ao outro.



No entanto, o Paraguai satisfaz sua demanda interna apenas com 5% da eletricidade gerada por Itaipu, por isso que o Brasil acaba ficando com o restante, pelo qual paga US$ 120 milhões anuais.



Os acordos de 25 de julho de 2009 preveem, além disso, a possibilidade de o Paraguai negociar livremente sua parte da energia com outros países com o próprio Brasil.

ROCKWELL NO BRASIL

A Rockwell Collins tem um compromisso com o Brasil, tendo aumentado seus investimentos, sua presença e também sua contribuição para a economia local. A empresa tem também contratado e treinado cidadãos brasileiros e transferido tecnologia. A empresa enxerga oportunidades de aplicação de muitas de suas soluções, que vão desde comunicação com acesso à rede, para aplicações aéreas, terrestres e marítimas, a avançados sistemas aviônicos integrados e de comunicação para aeronaves de asas fixas e rotativas, bem como para veículos aéreos não tripulados (VANTs).




Além de trazer essas soluções para o mercado brasileiro, a Rockwell Collins também está empenhada em aumentar a afinidade com clientes, estabelecendo parcerias no Brasil, além de aperfeiçoar no país recursos de engenharia de sistemas, de gestão de programas e de desenvolvimento empresarial.



Ampliando a presença no Brasil



A Rockwell Collins vem construindo uma história e marcando presença no Brasil há mais de 35 anos, dando suporte a operadores e fabricantes de aeronaves militares e civis do Brasil, com soluções de sistemas aviônicos e de aeronaves, sistemas de comunicação e eletrônica, além de serviços. O centro de serviços da empresa, localizado em São José dos Campos, tem sido fundamental para satisfazer as necessidades de clientes locais, que incluem as fabricantes de aviões Embraer e Helibras.



A Rockwell Collins acredita que a colaboração mais efetiva com os clientes requer compromisso, e se orgulha em participar ativamente e de forma contínua daindústria aeroespacial e de defesa do Brasil. A empresa planeja expandir seu atual centro de serviços, assim com desenvolver uma capacitação na área de engenharia no país.





Clientes da Rockwell Collins no Brasil/América Latina





•A Helibras, subsidiária brasileira da Eurocopter, está modernizando os helicópteros Pantera AS365K do Exército Brasileiro com aviônicos integrados Pro Line 21 da Rockwell Collins. O programa de modernização visa a quatro aeronaves por ano até 2021.





•Quando a Embraer lançar as novas aeronaves Legacy 500 e Legacy 450 em 2012/2013, estes jatos executivos serão equipados com os sistemas aviônicos integrados Rockwell Collins Pro Line Fusion™.





•O sistema de orientação HGS® (Head-Up Guidance System) da Rockwell Collins, modelo 5600E, com tecnologia de monitores de cristal líquido (Liquid Crystal Display - LCD), foi selecionado em 2008 para a aeronave Lineage 1000 da Embraer. O sistema HGS-5600E é uma versão proveniente do modelo HGS-5600, já utilizado nas aeronaves Embraer 170, assim como no Embraer 190.





•Três companhias aéreas latino-americanas utilizam aviônicos e sistemas de entretenimento em vôo da Rockwell Collins em suas 98 aeronaves Airbus. Os pacotes de aviônicos foram adquiridos pela brasileira TAM, pela chilena LanChile e pelas companhias aéreas do Grupo TACA. O Grupo TACA é um consórcio de companhias aéreas de El Salvador, Guatemala, Costa Rica, Nicarágua e Honduras.





Soluções da Rockwell Collins



A Rockwell Collins oferece soluções personalizadas em segurança e defesa para nossos clientes brasileiros e latino-americanos, permitindo que suas forças militares concluam com êxito e segurança suas missões terrestres, aéreas ou marítimas. Fornecemos uma ampla gama de recursos, incluindo aviônicos para aeronaves tripuladas e não-tripuladas, soluções de comando, controle e comunicação, sistemas “soldier” e de reconhecimento eletrônico, dispositivos de navegação, displays, soluções eletrônicas para inteligência e combate, assim como soluções de simulação e treinamento.





Aviônicos para aeronaves de asas fixas e rotativas



O Brasil oferece muitas oportunidades para soluções de defesa da Rockwell Collins, como aviônicos novos e modernizados para aviões militares de transporte, aplicações para helicópteros militares e civis e para o crescente mercado de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs).



As necessidades de informações situacionais, interoperabilidade, redução da carga de trabalho da tripulação e aumento nos níveis de segurança de voo para as forças militares mudam constantemente e a Rockwell Collins permanece na vanguarda dessas crescentes necessidades, com seus sistemas Flight2 e CAAS (Common Avionics Architecture System). Estes sistemas podem ser personalizados para soluções novas ou melhora das soluções existentes, podendo incluir controles, displays, além de sistemas de processamento de informação/dados, comunicação, navegação, sistemas de segurança e vigilância.



Milhares de aeronaves de asas fixas e rotativas foram entregues e estão em pleno funcionamento com produtos, sistemas e suportes aviônicos da Rockwell Collins. A empresa também foi a principal responsável por muitas instalações e modernizações complexas de sistemas aviônicos nos Estados Unidos e em todo o mundo.



Além dos aviônicos integrados Flight 2 e CAAS, a Rockwell Collins oferece também a sua linha Pro Line de sistemas de voo integrados, com recursos avançados, para clientes comerciais e militares do Brasil. Os sistemas Pro Line oferecem aos clientes a oportunidade de aproveitar o melhor da tecnologia da aviação comercial e empresarial, para aplicações em aeronaves militares.



O Pro Line Fusion é o mais nova integrante da linha Pro Line de aviônicos integrados da Rockwell Collins. Ele une a herança do sistema Pro Line 21 da nossa empresa com tecnologias inovadoras, que irão transformar a experiência dos pilotos na cabine de pilotagem. O Pro Line Fusion foi selecionado para a plataforma de dez aeronaves, incluindo o Legacy 450 e o Legacy 500 da Embraer. O sistema receberá, pela primeira vez, a certificação para o avião Bombardier Global em 2011.



O Sistema dos Sistemas de VANTs



Com um interesse crescente na utilização de VANTs para vigilância das fronteiras do Brasil, a Rockwell Collins vê oportunidades incríveis para seus sistemas de controle de voo e navegação, links de dados de comunicação, sistemas de carga útil, sistemas de controle de motor, integração de sistemas e soluções de serviços.



Notícias recentes do Brasil indicam uma maior exploração e utilização de VANTs no país, como parte de projetos especiais e para o uso efetivo no monitoramento das fronteiras.



A Rockwell Collins acredita que os VANTs são "sistemas" e não apenas veículos autônomos, e que estes sistemas incluem controles, sistemas de propulsão, comunicação, sistemas de controle de solo, equipes de suporte e manutenção por toda a vida útil, e muito mais. A empresa oferece sistemas para todas as partes dos VANTs, atuando em mais de 20 plataformas ao redor do mundo.



Os sistemas de controle e navegação para VANTs da Rockwell Collins, Athena®, são miniaturizados, leves, de controle integrado altamente confiável, INS, GPS e Dados Aéreos, e Sistemas Referência de Atitude e de Rumo (AHRS). Disponíveis em configurações redundantes de baixo custo, estes sistemas possibilitam operações autônomas, tendo sido testados em mais de 1 milhão de horas de voo em situações de combate. Utilizados em aeronaves tripuladas e não tripuladas, estes sistemas estão próximos de conseguir a certificação comercial.



Além dos sistemas de controle e navegação, a empresa oferece uma ampla gama de soluções de comunicação, comando, controle e inteligência, bem como cargas úteis e controles de motor para VANTs. Ao fazer negócios com a Rockwell Collins, os clientes também podem melhorar seus conhecimentos sobre sensores e sobre as tecnologias para evitar e tolerar danos, permitindo aos VANTs voar com segurança ao lado de aviões tripulados no espaço aéreo comum.



Comunicação para manter o Brasil conectado, informado e pronto para uma resposta



A abundância de recursos naturais do Brasil, principalmente com a descoberta recente de enormes reservas de petróleo na costa do país, justifica-se sempre mais a proteção das fronteiras na região. Com a vinda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos para o Brasil, o governo está intensificando esforços para adquirir recursos de comunicação e inteligência para aumentar a segurança. Além disso, há uma ênfase contínua no combate ao narcotráfico.



A Rockwell Collins vê oportunidades crescentes para soluções totalmente interligadas, que mantêm as forças militares e civis do Brasil conscientes e atentas, inclusive para aplicações de defesa e segurança nacional. Estas aplicações incluem comunicações com acesso à rede para os responsáveis pelas primeiras respostas civis, segurança pública, integração de comunicação veicular, navegação e displays para uma melhor percepção situacional.



No Brasil, há grandes áreas onde não existe qualquer capacidade de comunicação. Em muitos casos, o desenvolvimento da infraestrutura de comunicação está começando do zero.



A Rockwell Collins oferece estrutura de rede de comunicação de alta frequência, que pode ser ampliada com comunicação via satélite. Estes sistemas de comunicação promovem segurança e interoperabilidade contínua entre os serviços civis e militares. Além disso, a Rockwell Collins é uma empresa líder no desenvolvimento de rádios e formas de ondas definidos por softwares, proporcionando comunicação de última geração, com acesso à rede. A Rockwell Collins é líder em tecnologia de comunicação e a empresa está bem posicionada para fornecer este recurso para o Brasil e outros governos latino-americanos.



A Rockwell Collins é pioneira no desenvolvimento e na implantação soluções de comunicação e produtos eletrônicos para aplicações comerciais e governamentais inovadoras. Nossa expertise em aviônica, eletrônica, comunicação em missões, gestão da informação, simulação e treinamento é fruto do trabalho de quase 20.000 funcionários, além da contribuição de um serviço global e rede de suporte presente em 27 países.

OEA E BELMONTE

Virou moda intervir em assuntos internos de outros países. Agora, foi a Organização dos Estados Americanos (OEA) que resolveu condenar a construção da usina, supostamente pensando na “integridade dos povos indígenas da região”. É de se estranhar essa sub-reptícia preocupação da A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (Cidh) da OEA com os índios brasileiros quando crianças mutiladas pela guerra intervencionista americana no Iraque sequer têm atendimento médico satisfatório.




Há 30 anos o governo brasileiro estuda e debate com o Legislativo e com a população daquela região paraense a construção da usina, fundamental para que o país suporte a escalada de demanda energética trazida pelo crescimento econômico de padrões chineses.



Parece, portanto, muito mais política do que técnica a posição da OEA, e a resposta do governo brasileiro deve ser incisiva. Estabelecido em bases democráticas, o Brasil tem dado voz a todas as correntes nacionais, contra e a favor da usina. Não pode, porém, admitir tentativas externas de ingerência num assunto que diz respeito exclusivamente ao contexto sócioeconômico brasileiro.



Faria melhor a OEA e seus humanistas de plantão se protestassem contra as ações do Exército norte-americano na Líbia, onde, a pretexto de enxotar um suposto ditador do poder, já fizeram dezenas de vítimas civis. Esses humanistas, aliás, também seriam bem-vindos no já citado Iraque e no Afeganistão.