O chanceler argentino, Héctor Timerman, saudou esta quarta-feira o gesto do governo brasileiro de impedir o acesso aos seus portos de um navio de guerra britânico que viajava para as ilhas Malvinas.
"Esta medida mostra a nossa relação tão próxima e é parte desta construção que temos feito de aliança estratégia e de irmandade, que não só se demonstra através do comércio, mas através deste reconhecimento da soberania" argentina sobre o arquipélago, disse Timerman à rádio América.
O chanceler qualificou de "ilógico que ainda se discutam situações coloniais" em relação à situação no arquipélago do Atlântico sul, cuja soberania está em disputa com a Grã-Bretanha.
Timerman não deu maiores detalhes sobre o episódio com o navio da Marinha Real britânica.
Em setembro passado ocorreu um episódio similar no Uruguai, cujo governo também negou a entrada a Montevidéu para abastecimento do navio HMS Gloucester D-96, que se encaminhava a fazer patrulha nas ilhas.
Em 2006 a Argentina pediu aos países vizinhos que não facilitassem o uso de portos e aeroportos a navios e aeronaves britânicos com destino às Malvinas.
A situação se intensificou entre Buenos Aires e Londres no ano passado por decisão do Reino Unido de autorizar novas prospecções petroleiras e a realização de exercícios diplomáticos com disparos de mísseis no território em disputa.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
BUENSO AIRES CONTRA O CRIME
Vigilantes privados, comerciantes, taxistas, porteiros e até lixeiros formarão uma polêmica rede de informantes da polícia de Buenos Aires, em mais uma iniciativa para combater o crime na capital argentina.
A rede de informantes, que começará a funcionar no prazo de 60 dias, foi lançada nesta quarta-feira com a assinatura de um convênio entre o governo da capital e a câmara de empresas de segurança privada, que reúne mais de 30 mil funcionários.
A futura rede de informantes ficará ligada à Polícia Metropolitana, criada em 2010, com o objetivo de "incorporar mais olhos para controlar a segurança", revelou o secretário de Justiça de Buenos Aires, Guillermo Montenegro.
"Tudo será devidamente organizado: um taxista nas ruas terá três botões - vermelho, verde e amarelo - que acionará para informar um acidente de trânsito, uma emergência médica ou um ato criminoso", disse Montenegro.
Segundo o secretário, os membros da rede de informantes receberão cursos de capacitação durante "cerca de 60 dias antes de integrar a iniciativa".
Gastón Chillier, secretário executivo do Centro de Estudos Legais e Sociais (Cels), criticou a medida afirmando que uma estrutura privada "passa a assumir a responsabilidade pela segurança pública, algo que cabe ao Estado".
Chillier qualificou a decisão de "improvisação irresponsável com objetivos eleitorais", em referência ao prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, candidato à presidência este ano.
As empresas de segurança "não têm o mesmo controle" que é exercido sobre a polícia e alguns de seus proprietários "são repressores acusados de crimes contra a humanidade" durante a ditadura (1976-83), destacou Chillier.
A rede de informantes, que começará a funcionar no prazo de 60 dias, foi lançada nesta quarta-feira com a assinatura de um convênio entre o governo da capital e a câmara de empresas de segurança privada, que reúne mais de 30 mil funcionários.
A futura rede de informantes ficará ligada à Polícia Metropolitana, criada em 2010, com o objetivo de "incorporar mais olhos para controlar a segurança", revelou o secretário de Justiça de Buenos Aires, Guillermo Montenegro.
"Tudo será devidamente organizado: um taxista nas ruas terá três botões - vermelho, verde e amarelo - que acionará para informar um acidente de trânsito, uma emergência médica ou um ato criminoso", disse Montenegro.
Segundo o secretário, os membros da rede de informantes receberão cursos de capacitação durante "cerca de 60 dias antes de integrar a iniciativa".
Gastón Chillier, secretário executivo do Centro de Estudos Legais e Sociais (Cels), criticou a medida afirmando que uma estrutura privada "passa a assumir a responsabilidade pela segurança pública, algo que cabe ao Estado".
Chillier qualificou a decisão de "improvisação irresponsável com objetivos eleitorais", em referência ao prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, candidato à presidência este ano.
As empresas de segurança "não têm o mesmo controle" que é exercido sobre a polícia e alguns de seus proprietários "são repressores acusados de crimes contra a humanidade" durante a ditadura (1976-83), destacou Chillier.
ISRAEL VENDE AVIÕES TELEGUIADOS
A empresa israelense de fabricação de armas Elbit Systems anunciou ontem que venderá à Força aérea Brasileira (FAB) aviões teleguiados de vigilância. Os aviões sem piloto (drones) Hermes 450 serão entregues pela filial brasileira da Elbit Systems Aeroeletrônica Ltd, indicou a empresa em um comunicado. A Elbit não informou, no entanto, o número de aviões teleguiados que serão vendidos nem o montante do contrato. O Ministério da Defesa não se pronunciou sobre o assunto.
“A empresa está orgulhosa de ter sido eleita pela Força aérea Brasileira, o que atesta a qualidade de nossos aviões teleguiados”, declarou o presidente da Elbit, Joseph Ackerman, em um comunicado. Segundo ele, o Hermes, um avião teleguiado de tamanho médio, é utilizado em 20 países. Israel é o primeiro exportador mundial de aviões teleguiados.
O negócio é anunciado em um momento delicado da relação entre os dois países. Em 3 de dezembro, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o Brasil reconhece o Estado palestino delimitado pelas fronteiras de 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias, incluindo, além da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, a disputada cidade sagrada de Jerusalém. A decisão foi formalizada numa carta enviada à Autoridade Palestina (AP) e provocou a irritação de Israel.
Na ocasião, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Andy David, lamentou o fato e demonstrou “decepção” quanto à postura brasileira. Apesar disso, o então chanceler brasileiro, Celso Amorim, havia garantido que o reconhecimento do Estado palestino não afetaria a relação entre os países.
A FAB também negocia a compra de 36 aviões caça. Na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo, que já estava em fase final, e abrir uma nova disputa. Ela resolveu também ampliar o leque de concorrentes. Até então, a briga estava entre a francesa Dassault, com os caças Rafale, a americana Boeing, com os F18 Super Hornet, e a sueca Saab, com os Gripen NG. Os russos, que haviam sido desclassificados na disputa anterior, voltarão a concorrer.
“A empresa está orgulhosa de ter sido eleita pela Força aérea Brasileira, o que atesta a qualidade de nossos aviões teleguiados”, declarou o presidente da Elbit, Joseph Ackerman, em um comunicado. Segundo ele, o Hermes, um avião teleguiado de tamanho médio, é utilizado em 20 países. Israel é o primeiro exportador mundial de aviões teleguiados.
O negócio é anunciado em um momento delicado da relação entre os dois países. Em 3 de dezembro, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o Brasil reconhece o Estado palestino delimitado pelas fronteiras de 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias, incluindo, além da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, a disputada cidade sagrada de Jerusalém. A decisão foi formalizada numa carta enviada à Autoridade Palestina (AP) e provocou a irritação de Israel.
Na ocasião, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Andy David, lamentou o fato e demonstrou “decepção” quanto à postura brasileira. Apesar disso, o então chanceler brasileiro, Celso Amorim, havia garantido que o reconhecimento do Estado palestino não afetaria a relação entre os países.
A FAB também negocia a compra de 36 aviões caça. Na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo, que já estava em fase final, e abrir uma nova disputa. Ela resolveu também ampliar o leque de concorrentes. Até então, a briga estava entre a francesa Dassault, com os caças Rafale, a americana Boeing, com os F18 Super Hornet, e a sueca Saab, com os Gripen NG. Os russos, que haviam sido desclassificados na disputa anterior, voltarão a concorrer.
BRASIL ATENTO A CRISE ELEITORAL NO HAITI
O embaixador brasileiro no Haiti, Igor Kipman, que acompanha atentamente as últimas movimentações políticas em Porto Príncipe, disse não acreditar que o ex-ditador Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, possa entrar em um processo eleitoral já iniciado em novembro. Ele, contudo, não descarta uma “possibilidade remota” de que as eleições para presidente sejam anuladas, para o início de um outro processo, com novos atores.
“Nessa eleição em curso, ele não pode ser mais candidato. Mas o CEP (Comitê Eleitoral Provisório), diante de todos esses percalços e opiniões divergentes, pode decidir anular as eleições, e aí parte-se para um novo processo, abrem-se novas inscrições. Não é impossível”, disse Kipman, sem demonstrar preocupação de que esses desdobramentos causem tumulto. Autoridades do Brasil e do Haiti ainda não conversaram sobre o retorno do ex-ditador ao país, mas o governo brasileiro tem acompanhado com atenção os passos de Baby Doc no país.
“A chegada do Duvalier causou um frisson, como vocês estão testemunhando nas ruas. Há sempre essa saudade do governo dele, porque essas pessoas têm essa perspectiva de que, no governo dele, havia energia 24 horas por dia, havia mais segurança...”, afirmou, em coletiva na embaixada brasileira em Porto Príncipe.
Contudo, ele disse acreditar que, por já terem se passado quatro dias desde a chegada dele sem grandes manifestações de rua ou violência, o clima não tende a esquentar. Na quarta-feira, o advogado de Baby Doc, Reynold George, disse que o ex-ditador tem “pretensões políticas como qualquer político”. “Ser novamente presidente do Haiti é um direito dele”, disse George. Mais tarde, porém, Baby Doc negou ter pretensões políticas e desautorizou que falem sobre o assunto em seu nome.
O embaixador brasileiro acredita que, na próxima semana, o CEP anunciará um novo calendário eleitoral, com novos prazos inclusive de segundo turno e da posse presidencial. “Esse novo calendário vai contribuir, obviamente, para acalmar os ânimos todos da população”, afirmou. A previsão inicial é a de que Préval permaneça no poder até 7 de fevereiro, mas a Constituição do país permite que ele fique até 14 de maio, quando completa cinco anos na Presidência. O segundo turno é estimado para 20 de março. Na quarta-feira, a OEA divulgou o relatório de sua Comissão Especial de verificação, na qual recomenda que sejam feitas novas votações por conta de “irregularidades significativas” identificadas nas eleições de 28 de novembro
“Nessa eleição em curso, ele não pode ser mais candidato. Mas o CEP (Comitê Eleitoral Provisório), diante de todos esses percalços e opiniões divergentes, pode decidir anular as eleições, e aí parte-se para um novo processo, abrem-se novas inscrições. Não é impossível”, disse Kipman, sem demonstrar preocupação de que esses desdobramentos causem tumulto. Autoridades do Brasil e do Haiti ainda não conversaram sobre o retorno do ex-ditador ao país, mas o governo brasileiro tem acompanhado com atenção os passos de Baby Doc no país.
“A chegada do Duvalier causou um frisson, como vocês estão testemunhando nas ruas. Há sempre essa saudade do governo dele, porque essas pessoas têm essa perspectiva de que, no governo dele, havia energia 24 horas por dia, havia mais segurança...”, afirmou, em coletiva na embaixada brasileira em Porto Príncipe.
Contudo, ele disse acreditar que, por já terem se passado quatro dias desde a chegada dele sem grandes manifestações de rua ou violência, o clima não tende a esquentar. Na quarta-feira, o advogado de Baby Doc, Reynold George, disse que o ex-ditador tem “pretensões políticas como qualquer político”. “Ser novamente presidente do Haiti é um direito dele”, disse George. Mais tarde, porém, Baby Doc negou ter pretensões políticas e desautorizou que falem sobre o assunto em seu nome.
O embaixador brasileiro acredita que, na próxima semana, o CEP anunciará um novo calendário eleitoral, com novos prazos inclusive de segundo turno e da posse presidencial. “Esse novo calendário vai contribuir, obviamente, para acalmar os ânimos todos da população”, afirmou. A previsão inicial é a de que Préval permaneça no poder até 7 de fevereiro, mas a Constituição do país permite que ele fique até 14 de maio, quando completa cinco anos na Presidência. O segundo turno é estimado para 20 de março. Na quarta-feira, a OEA divulgou o relatório de sua Comissão Especial de verificação, na qual recomenda que sejam feitas novas votações por conta de “irregularidades significativas” identificadas nas eleições de 28 de novembro
TORRETA PARA O GUARANI
A Elbit Systems Ltd. anunciou que a sua subsidiária brasileira, Aeroeletrônica Ltda. (AEL) recebeu um contrato com um potencial de até 440 milhões de Reais (aproximadamente U$ 260 milhões) para o suprimento da “Torreta não Tripulada” (Unmanned Turret) UT30 BR (canhão de 30 mm) com o Exército Brasileiro para o Projeto Guarani.
Este contrato segue outro recebido em 2009 pela Elbit Systems para o fornecimento de várias Unmanned Turrets em uma competição internacional onde participaram vários fabricantes internacionais.
O contrato é para o fornecimento pela Elbit Systems da UT30 BR a ser instalada em algumas centenas do Iveco 6X6 APC, conforme um cronograma de vários anos a definido pelas partes.
Joseph Ackerman, presidente CEO da Elbit Systems, comentou: "Nós estamos honrados pelo contrato do Ministério da Defesa / Exército Brasileiro. Este contrato é uma marca para a AEL em seu continuado processo de fortalecer as capacidades e tecnologias brasileiras. Ao vencer o contrato de um programa tão prestigioso atesta nossa liderança no campo de inovação para forças terrestres, e nós esperamos ter outros clientes, tanto na América Latina como no resto do mundo ".
Este contrato segue outro recebido em 2009 pela Elbit Systems para o fornecimento de várias Unmanned Turrets em uma competição internacional onde participaram vários fabricantes internacionais.
O contrato é para o fornecimento pela Elbit Systems da UT30 BR a ser instalada em algumas centenas do Iveco 6X6 APC, conforme um cronograma de vários anos a definido pelas partes.
Joseph Ackerman, presidente CEO da Elbit Systems, comentou: "Nós estamos honrados pelo contrato do Ministério da Defesa / Exército Brasileiro. Este contrato é uma marca para a AEL em seu continuado processo de fortalecer as capacidades e tecnologias brasileiras. Ao vencer o contrato de um programa tão prestigioso atesta nossa liderança no campo de inovação para forças terrestres, e nós esperamos ter outros clientes, tanto na América Latina como no resto do mundo ".
VISÃO SINTÉTICA do PHENOM
O jato executivo Phenom 300, da categoria light, fabricado pela Embraer, recebeu os certificados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Federal Aviation Administration (FAA) dos Estados Unidos e da Agência Européia para Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA) para utilizar a tecnologia de visão sintética da Garmin (Synthetic Vision Technology™ – SVT). O avião é o primeiro jato da categoria light a oferecer esta avançada funcionalidade na cabine de pilotagem.
A SVT recria imagens topográficas a partir das informações do sistema de alerta de colisão da aeronave por meio de uma sofisticada modelagem gráfica, que simula o que o piloto veria em sua frente à luz do dia. É particularmente útil em condições de visibilidade limitada, tais como neblina, operação noturna e vôo por instrumentos. A realidade virtual apresentada fornece ao piloto uma imagem tridimensional do solo, água, obstáculos, aeroportos e tráfego aéreo.
“A Embraer se esforça ao máximo para oferecer soluções diferenciadas a seus clientes e o Phenom 300 é o único jato da categoria light com a tecnologia SVT”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “Esta tecnologia fornece um excelente alerta situacional, mesmo em condições de vôo com visibilidade reduzida, guiando de forma segura pilotos em regiões montanhosas.”
Com imagens coloridas do relevo, que mostram nitidamente as áreas que representam maiores ou menores riscos de colisão por meio de tonalidades que variam do âmbar ao vermelho, torres ou outros obstáculos que possam interferir na rota de vôo são destacados com cores diferentes e mostrados com a simbologia apropriada. A SVT funciona em conjunto com o sistema de prevenção de colisões aéreas (Traffic Collision Avoidance System – TCAS) e o serviço de informações de tráfego aéreo (Traffic Information Service – TIS) para representar outras aeronaves em perspectiva tridimensional e fornecer dados em tempo real sobre a sua proximidade.
Utilizando a simbologia própria do TCAS, a SVT apresenta os objetos mais próximos em maior tamanho, facilitando a visualização e a identificação dos riscos associados ao tráfego aéreo. A SVT é uma importante ferramenta da cabine de comando Prodigy™ e também pode ser facilmente instalada nos aviões que já estão em operação. O sistema aviônico integrado da Garmin Prodigy™ foi exclusivamente concebido para os jatos Phenom e incorpora a ampla experiência da Embraer no desenvolvimento de aeronaves comerciais e de defesa. Alerta situacional aprimorado, cabine de comando digital com monitores amplos, aviônica de última
geração e capacidade de operação por apenas um piloto são elementos fundamentais em cada detalhe do projeto desta cabine de comando.
É bom mesmo que tenha esta tecnologia pois os acidentes serão mais dificeis de acontecer.
A SVT recria imagens topográficas a partir das informações do sistema de alerta de colisão da aeronave por meio de uma sofisticada modelagem gráfica, que simula o que o piloto veria em sua frente à luz do dia. É particularmente útil em condições de visibilidade limitada, tais como neblina, operação noturna e vôo por instrumentos. A realidade virtual apresentada fornece ao piloto uma imagem tridimensional do solo, água, obstáculos, aeroportos e tráfego aéreo.
“A Embraer se esforça ao máximo para oferecer soluções diferenciadas a seus clientes e o Phenom 300 é o único jato da categoria light com a tecnologia SVT”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “Esta tecnologia fornece um excelente alerta situacional, mesmo em condições de vôo com visibilidade reduzida, guiando de forma segura pilotos em regiões montanhosas.”
Com imagens coloridas do relevo, que mostram nitidamente as áreas que representam maiores ou menores riscos de colisão por meio de tonalidades que variam do âmbar ao vermelho, torres ou outros obstáculos que possam interferir na rota de vôo são destacados com cores diferentes e mostrados com a simbologia apropriada. A SVT funciona em conjunto com o sistema de prevenção de colisões aéreas (Traffic Collision Avoidance System – TCAS) e o serviço de informações de tráfego aéreo (Traffic Information Service – TIS) para representar outras aeronaves em perspectiva tridimensional e fornecer dados em tempo real sobre a sua proximidade.
Utilizando a simbologia própria do TCAS, a SVT apresenta os objetos mais próximos em maior tamanho, facilitando a visualização e a identificação dos riscos associados ao tráfego aéreo. A SVT é uma importante ferramenta da cabine de comando Prodigy™ e também pode ser facilmente instalada nos aviões que já estão em operação. O sistema aviônico integrado da Garmin Prodigy™ foi exclusivamente concebido para os jatos Phenom e incorpora a ampla experiência da Embraer no desenvolvimento de aeronaves comerciais e de defesa. Alerta situacional aprimorado, cabine de comando digital com monitores amplos, aviônica de última
geração e capacidade de operação por apenas um piloto são elementos fundamentais em cada detalhe do projeto desta cabine de comando.
É bom mesmo que tenha esta tecnologia pois os acidentes serão mais dificeis de acontecer.
FRANÇA NA ESPERA UNS 4 MESES
O Ministério da Defesa da França espera que o governo brasileiro defina em "três ou quatro meses" o projeto FX-2, processo de seleção para a compra de 36 caças para a força aérea Brasileira (FAB). O prazo foi confirmado pelo ministro Alain Juppé, que veio ao Brasil para a posse de Dilma Rousseff e, na ocasião, recebeu a notícia de que o caso seria reavaliado pelo novo governo.
Esse prazo foi passado aos franceses pelo governo brasileiro, segundo Juppé. Dilma quer analisar os relatórios do projeto antes de sacramentar a compra, que pode custar de US$ 4 bilhões a US$ 7 bilhões.
Anteontem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou que a intenção do governo é tomar uma decisão em até seis meses. "Não vamos começar da estaca zero, porque seria começar o processo todo de novo, e não é isso", afirmou. Dilma já tem em mãos o relatório preparado pela pasta de Jobim que aponta o Rafale como o único modelo capaz de seguir efetivamente as regras estabelecidas pela Estratégia Nacional de Defesa. A prioridade é a transferência de tecnologia.
Confiança. Por isso, o discurso das autoridades francesas é otimista. "Acho que podemos ficar confiantes", afirmou Juppé, ao retornar a Paris, há uma semana. Christine Lagarde, ministra da Economia, ponderou que é natural que Dilma queira se inteirar do tema. "É preciso afirmar sua autoridade, é legítimo", afirmou à rádio Europe 1. "Houve um enorme trabalho prévio. Espero que os frutos do trabalho sejam levados em consideração. Estamos de dedos cruzados."
Fontes do meio industrial ouvidas pelo Estado ontem confirmam que o prazo estimado para uma resposta seja de três a quatro meses. Mas o momento é de espera para as companhias concorrentes - além da francesa Dassault Aviation, participam a americana Boeing e a sueca Saab.
"A bola neste momento está no campo do Brasil", disse um executivo francês. "Estamos esperando um anúncio sobre com quem serão abertas negociações exclusivas. Depois disso, haverá vários meses, talvez um ano, de negociações jurídicas sobre o contrato, para que então seja conhecido o preço final." A Dassault, fabricante do Rafale - o preferido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e concorrente do Boeing F-18 Super Hornet e do Saab Gripen NG -, não comenta o assunto.
Esse prazo foi passado aos franceses pelo governo brasileiro, segundo Juppé. Dilma quer analisar os relatórios do projeto antes de sacramentar a compra, que pode custar de US$ 4 bilhões a US$ 7 bilhões.
Anteontem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou que a intenção do governo é tomar uma decisão em até seis meses. "Não vamos começar da estaca zero, porque seria começar o processo todo de novo, e não é isso", afirmou. Dilma já tem em mãos o relatório preparado pela pasta de Jobim que aponta o Rafale como o único modelo capaz de seguir efetivamente as regras estabelecidas pela Estratégia Nacional de Defesa. A prioridade é a transferência de tecnologia.
Confiança. Por isso, o discurso das autoridades francesas é otimista. "Acho que podemos ficar confiantes", afirmou Juppé, ao retornar a Paris, há uma semana. Christine Lagarde, ministra da Economia, ponderou que é natural que Dilma queira se inteirar do tema. "É preciso afirmar sua autoridade, é legítimo", afirmou à rádio Europe 1. "Houve um enorme trabalho prévio. Espero que os frutos do trabalho sejam levados em consideração. Estamos de dedos cruzados."
Fontes do meio industrial ouvidas pelo Estado ontem confirmam que o prazo estimado para uma resposta seja de três a quatro meses. Mas o momento é de espera para as companhias concorrentes - além da francesa Dassault Aviation, participam a americana Boeing e a sueca Saab.
"A bola neste momento está no campo do Brasil", disse um executivo francês. "Estamos esperando um anúncio sobre com quem serão abertas negociações exclusivas. Depois disso, haverá vários meses, talvez um ano, de negociações jurídicas sobre o contrato, para que então seja conhecido o preço final." A Dassault, fabricante do Rafale - o preferido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e concorrente do Boeing F-18 Super Hornet e do Saab Gripen NG -, não comenta o assunto.
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