"Uma das primeiras decisões a adotar é alugar um prédio de onde a Lula da Silva Instituto vai operar no Ibirapuera, são Paulo", disse Gilberto Carvalho, chefe do gabinete presidencial.
"A idéia é comprar mais tarde o edifício que será usado como um memorial e um grupo de reflexão do debate político", acrescentou Carvalho.
O conselheiro próximo presidente brasileiro disse que "em casa, tarefa da Lula da Silva será ajudar com as reformas políticas que o país precisa. No exterior sua meta é ajudar África".
Carvalho revelou planos de que Lula da Silva em África, depois de oito anos no governo, e que foram informadas ao Vaticano "recebeu uma recepção muito calorosa e endosso da Santa Sé".
Lula da Silva passos para baixo do cargo depois de ter sido o Presidente que mais viajou e visitou a África. Doze viagens em oito anos de acordo com estrangeiros Ministro Celso Amorim, que acrescentou que o continente Africano tornou quarto parceiro de comércio do Brasil, atrás de China, Argentina e Estados Unidos.
Os últimos quatro anos da política externa brasileira tem sido assinalados por abertura de embaixadas nos países africanos e uma fila de rotina de visitas dos Presidentes africanos para Brasília, líder da Zâmbia mais recente Banda de Bwezani Rupiah.
Brasil também criou um balcão de agricultura em Gana para promover a agricultura em África; etanol projetos no Senegal, Zimbábue e na Tanzânia e tem sido enviar sobre um base regular de alimentos e medicamentos para alguns dos países mais atingida por conflitos, incluindo a Somália.
Última viagem presidencial africano do Lula da Silva foi para Moçambique, onde abriu uma fábrica de farmacêuticos genéricos.
Carvalho disse que o investimento na África não é apenas ajuda humanitária para os interesses brasileiros. Com 53 países do continente é crucial para determinar votos em caso de eleição futuros membros de uma alargada das Nações Unidas Conselho de segurança, um dos objectivos de política externa principal do Brasil.
Por outro lado com ainda inexplorados vastos recursos de hidrocarbonetos e minerais do continente africano é também uma promessa rentável para grandes corporações brasileiras, como Petrobras e Vale Doce (ferro).