Amorim dirigiu-se a organização internacional do trabalho em Genebra e suas palavras foram interpretadas como um discurso de despedida, depois de ter passado oito anos consecutivos como o Ministro de Assuntos Exteriores articulado do Presidente Lula da Silva, que está pisando pela primeira vez para baixo do próximo mês de Janeiro.
"Quando Mercosul foi criado muitos perguntou por que está estamos perdendo tempo com a Argentina. O argumento era que estamos promovendo as relações com os Estados Unidos e a União Européia e não entre os países pobres. No entanto, hoje em dia ninguém põe em dúvida a importância do Mercosul e o mesmo aconteceu quando criamos Unasur (União dos sul-americanos Nações), porque são estamos tão preocupados com a América do Sul?"
Amorim disse que "ainda temos uma mentalidade colonial, e se nós não quebrar essas barreiras mentais, nós nunca vamos avançar".
O Ministro alegou que a cooperação entre os países em vias de desenvolvimento tem sido um dos motores da diplomacia principal da administração Lula da Silva que tem sido coroado pelo reconhecimento internacional.
"E que era porque não tínhamos nenhum pre-concepts. Quando começamos as nossas relações com os países árabes, verdadeiras placas tectónicas começaram a mover", disse Amorim.
"Quando Lula da Silva começou a viajar para a África, pessoas diria ele foi perder tempo e deveria concentrar-se em Washington, Bruxelas ou Paris. Lá ele passou, mas ele também foi para a África", disse o secretário estrangeiro que recorda-se que o continente Africano tornou agora quarto principal parceiro de comércio do Brasil.
Brasil sempre quis ter uma boa relação com o Norte (países desenvolvidos), mas "nós não estabelecer uma cooperação com o Sul para enfrentar o Norte", sublinhou.
Mas, no entanto, ele criticar o conceito de distribuindo ajuda externa: "quem nunca distribui dinheiro, também dá ordens. Temos de trabalhar para acabar com essa idéia de quem dá e destinatários. Nós somos todos os parceiros".
Amorim lembrou que, durante os oito anos do Presidente Lula da Silva, os Estados Unidos perderam sua relação líder do comércio com o Brasil. O principal destino das exportações brasileiras é agora a China, seguida por vizinha Argentina. "Os Estados Unidos são um terceiro lugar muito ilustre" décadas final de predominância acrescentou o Ministro.
Finalmente, Amorim disse que a política da administração Lula da Silva foi o diálogo com todos os países para ajudar com a melhoria dos direitos humanos, que tem sido uma das principais bandeiras da política externa brasileira nestes últimos oito anos.
Quando perguntado especificamente se ele continuaria com entrada Presidente eleito Dilma Rousseff, Amorim confessou que ele não sabia, "não pode fazer comentários relativo para que. Eu não pertenço a qualquer gabinete, mas o que eu conseguir, que eu sou não construir, mas sim desmontagem".